sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Escola de Música da UFRJ comemora 163 anos com sete concertos


A partir do dia 13 até 19 de agosto, será realizada pela Escola de Música da UFRJ, a série “Caminhos Modernos”. O evento se compõe de sete concertos cobrindo uma gama de propostas estéticas musicais “pós 1950”, desde aquelas que resgatam a tradição tonal até as experiências pós-tonais, atonais, seriais, eletrônicas, eletroacústicas e aleatórias.
Os concertos comemoram o aniversário de 163 anos da Escola. "Vamos ter música brasileira, européia, norte-americana e do extremo Oriente, com diferentes grupos instrumentais de câmara, coro e orquestra", adianta o professor Eduardo Biato. Os intérpretes serão professores, alunos da casa e também alguns convidados.
A apresentação visa dar ao público carioca a oportunidade de conhecer o panorama da música de concerto da segunda metade do século XX. Serão mais de 30 compositores estrangeiros e brasileiros representados, de Shostakovich e Messiaen a Claudio Santoro e Jocy de Oliveira.
O evento acontece nos dias 13 e 14 de agosto, às 16h, e nos dias 15 a 19 de agosto, às 18h30, no Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música da UFRJ, Rua do Passeio, 98, Lapa. Telefone para contato (21) 2262-8742. Entrada franca. A programação completa e maiores informações podem ser encontradas no sitewww.musica.ufrj.br.

Programação Dia 13/08 (sábado) - 16h. Orquestra Sinfônica da UFRJ. Tobias Volkman, regente. Alessandro Borgomanero, violino. Programa: John Corigliano (Elegy,1965); Witold Lutoslawski (Mala Suita/ Pequena Suíte, 1951); Dmitri Shostakovich (Concerto nº2 para violino e orquestra/ Dedicado a David Oistrach, 1967); William Schuman (New England Triptych,1956). 
Dia 14/08 (domingo) - 16h. Sérgio Monteiro, piano. Programa: George Crumb (Processional, 1983); Frederic Rzewski (Down by the Riverside, 1978-1979); Olivier Messiaen ( L`Alouette Calandrelle, 1956 - 1958); Alberto Ginastera (Sonata n.2, 1981); György Liget (3 Estudos do Livro 2, 1988 – 1994); Almeida Prado (Rios, 1976).
Dia 15/08 (Segunda-feira) – 18h30. Orquestra de Sopros da UFRJ. Marcelo Jardim, regente. Programa:  Leonard Bernstein (Abertura Candide, 1980); Osvaldo (Suíte Guanabara, 1965); e Alfred Reed (Sinfonia n. 3, 1983-1988).
Dia 16/08 (Terça-feira) – 18h30. Grupo de Percussão da UFRJ. Com Flora Milito, Eliézer Alves e André Silvestre. Pedro Sá, coordenador. Participações especiais: Pauxy Gentil-Nunes Filho, flauta;  Pedro Bittencourt, saxofone. Programa: Toru Takemitsu (Cross Hatch,1982); Steve Reich (Marimba Phase, 1967); Hans-Joachim Koellreutter (Wu-Li, 1990).
Dia 17/08 (Quarta-feira) – 18h30. Brasil Ensenble/UFRJ. Maria José Chevitarese, regente. Midori Maeshiro; Sara Cohen, piano. Trio da UFRJ. Marco Catto, violino; Mateus Ceccato, violoncelo e Luciano Magalhães, piano. Programa: Claudio Santoto (Gazeta Frêmito, 1986), versos de Oswaldino Marques; Lindembergue Cardoso (Caleidoscópio,1975); Cesar Guerra-Peixe (Série Xavante, 1972); Pierre Boulez (Incises, 1994); György Ligeti (Música Ricercata, 1951-53); Claudio Santoro (Trio para violino, violoncelo e piano, 1973);  Cesar Guerra Peixe (Trio para violino, violoncelo e piano, 1960).
Dia 18/08 (Quinta-feira) - 18h30. Música eletroacústica. Rodrigo Cicchelli, coordenador. Gabriela Geluda, soprano. Afonso de Oliveira, flauta. Pedro Bittencourt, saxofone. Pedro Sá, percussão. Programa: Bruno Maderna (Música su due dimensioni para flauta, prato e eletrônica, 1952); Karlheinz Stockhausen (Gesang der Jünglinge, versão original em 4 canais, 1955-56), Édgard Varése (Poème électronique, versão de concerto em 2 canais e projeção de imagens,1958). Pierre Schaeffer (Étude aux sons animes, versão em CD, 1958 - rev.1971), Jorge Antunes (Rituel Violet, sax tenor e eletrônica, 1999), Jean-Claude Risset (Songes, versão original em 4 canais,1979); Jocy de Oliveira (Naked Diva, voz feminina e eletrônica, 2000).
Dia 19/08 (Sexta-feira) - 18h30. Música para sopros, voz e piano. Afonso de Oliveira, flauta. Bezaleel Ferreira, clarinete. Thiago Neves, oboé. Bezaleel Ferreira, clarinete. Philip Doyle, trompa. Márcia Taborda, voz. Marina Spoladore, piano. Programa: Olivier Messiaen (Le merle noir, 1952, Île de feu 2 dos Quatro estudos rítmicos, 1950); Sofia Gubaidulina (Toccata-Troncata, 1971, Invention, 1974); Witold Lutoslawsky (Dance Preludes, 1954, Epitaph, 1979); Luciano Berio (Sequenza III para voz feminina, 1965); György Ligeti (Seis Bagatelas para quinteto de sopros, 1953).

Paes quer que 25% das verbas para educação sejam usados para o pagamento de aposentadorias e pensões, .


A Prefeitura do Rio, além de desviar R$33 mi do FUNDEB (destinado exclusivamente à despesa com salários e investimentos educacionais) à RioCard (empresas de onibus) p/ implantação do controle eletrônico de frequência, que substituirá a chamada de presença, agora quer que os 25% das verbas para educação sejam usados para o pagamento de aposentadorias e pensões, .

A direção do Sepe, juntamente com representantes de entidades do movimento unificado dos servidores municipais, participou de uma audiência com o prefeito Eduardo Paes,  na manhã de hoje (dia 11/8). O encontro foi convocado pelo prefeito para que ele expusesse ao movimento dos servidores o conteúdo do Projeto de Lei 1005, que trata da capitalização do Funprevi, o fundo de previdência dos servidores. O projeto, caso aprovado pelos vereadores, permite que os 25% das verbas para educação sejam usados para o pagamento de aposentadorias e pensões, que jã não aplica nem os 25% no setor (em 2011 foram apenas 17%), fato que chegou a incluir o Rio de Janeiro no cadastro federal de governos municipais que não repassam os 25% para a educação conforme determina a Constituição.

O SEPE, junto ao  Movimento Unificado em Defesa do Serviço Público Municipal, vem denunciando há mais de um ano o rombo no FUNPREVI decorrente dos desvios irregulares de verbas e das más administrações municipais.

Com o argumento de resolver esse problema,  seguindo orientações do Banco Mundial, o prefeito apresentou à Câmara dois projetos que atacam os direitos dos servidores. O primeiro foi o PLC 41, que modifica as regras da previdência, acabando com a integralidade e a paridade, ou seja, diminuindo nosso salário na aposentadoria. O segundo foi o PL 1005, que trata da capitalização do FUNPREVI,

Ao longo desse tempo todas as categorias se mobilizaram fazendo denúncias, atos, paralisações, e reivindicando o apoio dos vereadores. Essas ações possibilitaram o adiamento da votação dos projetos e garantiram a audiência com o Prefeito Eduardo Paes nesta quinta-feira, 11 de agosto de 2011.

Nesta audiência conseguiu- se que o prefeito retirasse o caráter de urgência da PL 1005 por quinze dias, agendando uma série de reuniões entre os servidores e o governo, para que sejam apresentados os cálculos e que se possa questionar os vários pontos de desacordo com o projeto. Isto porque tal proposta não soluciona o déficit do fundo, apresenta várias irregularidades legais e administrativas (de acordo com a avaliação de técnicos e servidores da área), além de atacar diretamente a Escola Pública, já que utiliza uma parte dos 25%  das verbas carimbadas para Educação no pagamento de aposentadorias e pensões.

Apesar dessas vitórias simbólicas precisamos continuar o processo de mobilização nas escolas, creches e comunidade escolar, além das visitas à câmara e envio de e-mail aos vereadores, que estão cada vez mais sensíveis as nossas reivindicações.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

professor max: Para entender Londres

professor max: Para entender Londres: "A cidade de Londres já sofreu com cinco dias de um incêndio catastrófico, que destruiu a cidade de Shakespeare. Na manhã de domingo, ..."

Para entender Londres




A cidade de Londres já sofreu com cinco dias de um incêndio catastrófico, que destruiu a cidade na qual Shakespeare montou suas maiores peças.  Na manhã de domingo, 02 de setembro de 1666, a destruição de Londres medieval começou com uma simples faísca. Nos últimos dias, incêndios provocados pela juventude londrina tem chamado a atenção mundial.
O sociólogo Carlos Serrano,  no Facebook, explica:  "Para quem não entende os motivos da revolta em Londres: A polícia metropolitana de Londres já matou 333 pessoas em custódia desde 1998, e ninguém, absolutamente ninguém foi punido. E o crescente dos assassinatos mostra a progressão da violência xenófoba e social.
Ele segue dizendo que a polícia londrina tem se tornado cada vez mais violenta. E, como seria de esperar, violenta principalmente com os imigrantes e nos bairros periféricos. Como de certa forma, faz a policia do estado do Rio de Janeiro nas comunidades carentes
Ele afirma que seria óbvio que isso iria estourar em algum momento, como aconteceu na periferia francesa duas vezes nos últimos anos. Claro, como não são dirigidos por nenhuma organização revolucionária, destruídas em grande parte nos tempos Tatcher, a revolta se expressa apenas pelo exercício assustador da violência como visto nos jornais e na televisão.
Ele alerta que os jovens árabes não estavam saqueando lojas de roupa nem Applestore, eles tinham um projeto ideológico muito mais bem definido. Em Londres a galera só quer ver o circo pegar fogo, até onde eles mesmos se entendem.
Carlos Serrano afirma tacitamente: "È certo que isso era o reflexo previsível da forma como o governo Cameron lidou com a crise financeira, e claro que apesar de eles mesmos não saberem essa revolta é política. E, claro, podem aparecer oportunistas e pilantras no meio, o que será aumentado até a enésima potência pela mídia pró-Estado, que não quer discutir a repressão policial nem a questão da situação de caos da maioria dos imigrantes. Mídia essa que vem sendo desmascarada no último mês, com o caso Murdoch. Se o método deles pode estar errado, se a forma de expressar sua revolta está equivocada, é a única forma que eles aprenderam de expressar uma revolta justa contra a opressão policial".
Porém, há uma pergunta a ser respondida: porque a imprensa ocidental não dá aos jovens ingleses o mesmo apoio que deu aos jovens árabes?
Por que eles não são ingleses? São imigrantes, árabes em muitos casos, na Inglaterra. Em outras palavras, para a imprensa britânica não estão em seu devido lugar.
Mas para a imprensa conservadora, lugar de árabe é nos países árabes. Não devem ter a liberdade de morar nos prósperos países europeus que no passado saquearam o lugar onde nasceram.
 Antes da eleição do atual presidente da França Sarkozy, houve umas revoltas semelhantes a essas nos subúrbios de Paris. O contexto foi o mesmo: violência policial contra jovens imigrantes que tiveram a petulância de reagir. Sarkozy foi eleito pelo público conservador e pelo temor irracional aos imigrantes. Esses conflitos nos subúrbios de Paris já foram tema de um excelente filme chamado "O ódio". Desde então, esses conflitos étnicos só se alastraram e pioraram (vide os atentados de Madrid em 2004).
Será que essa vocação universalista européia realmente vai ser capaz de comportar uma sociedade multicultural em território europeu? Ou sua vocação conservadora vai falar mais alto e criar em graus diferenciados vários regimes de Apartheid? O futuro da Europa depende disso, mas pelo visto recentemente na Noruega os prognósticos não são nada animadores.
            Seja o que for, é melhor que se decidam, pois a economia européia, que se encontra em crise, depende de um posicionamento sobre suas políticas fiscais e benefícios sociais. Seria interessante se eles reconhecessem os imigrantes como cidadãos, já que contribuem de forma igual para a evolução do Produto.
No clássico da banda Sex Pistols, "god save the queen", o último verso talvez traga uma chave explicativa para as revoltas: "no future for you"(nenhum futuro para vocês). É isso que o capitalismo internacional parece dizer hoje à juventude proletária, seja ela formal, informal, precarizada, nacional, imigrante etc.
"Todo apoio a juventude londrina na luta contra a opressão capitalista e a exclusão étnica!!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

70 mil policiais “olímpicos” até 2016





Há algum tempo escrevi sobre a tradição das forças policiais brasileiras de matar pessoas, as quais elas consideravam descartáveis, ou como chamei “matáveis”, através do uso do instrumento legal denominado auto de resistência. Correlacionando tal prática com a morte brutal do menino Juan na Baixada Fluminense, a qual os principais acusados são policiais militares.
Pois bem, algo em deixou revoltado e constrangido. Li esta semana que a Justiça do Rio de Janeiro autorizou a exumação do corpo do menino Juan Moraes, 11 anos, morto por policiais na favela Danon, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no início do mês de junho. O juiz da 4ª Vara Criminal de Nova Iguaçu aceitou o pedido feito na quinta-feira pelo defensor público Antônio Carlos de Oliveira
Não...Estão querendo exumar o corpo do menino Juan, por suposto erro, poderia não ser o corpo dele. A defesa dos policiais está solicitando isso. INACREDITÁVEL.  Daqui a pouco vão acusar o menino morto de agressão póstuma aos policiais acusados de matá-lo, em mais um possível caso de Culpabilização da vítima.  Isso sim fere os direitos humanos, como não estará a família  da vitima?  Mais uma pra coleção de absurdos desse país.
O que leva a outro absurdo, no qual o  policial militar acusado de envolvimento na morte do coordenador do AfroReggae, Evandro João da Silva, em outubro de 2009, ficará 30 dias preso administrativamente. A decisão, divulgada nesta quarta-feira, foi do secretário de forças policiais, José Mariano Beltrame. O capitão da PM foi punido por prevaricação, que seria retardar ou deixar de praticar ato de ofício para satisfazer interesses pessoais. Ou seja, confirma-se a tradição na PM do estado do rio de Janeiro de eleger quem pode ou não ser morto. Como ele pensava que quem agonizava na agência do banco era só mais um “elemento”, não cumpriu seu papel de proteger todo e qualquer cidadão.
O coordenador social do Grupo Cultural AfroReggae, Evandro João da Silva, foi assassinado na madrugada do dia 18 de outubro de 2009, ao reagir a um assalto quando passava na esquina das ruas do Ouvidor e do Carmo, no centro do Rio. Câmeras de segurança de lojas próximas ao local do assassinato registraram a presença de dois policiais militares, que chegaram a abordar os dois assaltantes, mas depois os liberaram, ficando com um par de tênis e uma jaqueta de Evandro. As imagens também mostram que os PMs não prestaram socorro à vítima, que estava
            Como o coordenador do AfroReggae era alguém não morrivel, isto é, não poderia ter sido morto,  sem a sociedade e os movimentos sociais exigirem respostas sobre tal crime, foi dada tal punição. Talvez o policial no caso recebesse uma punição maior se tivesse ido para o seu quartel sem ter engraxado suas botas.
Infelizmente é essa a lógica atual das forças de seguranças no estado do Rio de Janeiro. E a tendência é piorar, se algo não for mudado, pois Ao saber que os chineses empregaram 70 mil policiais para suas Olimpíadas o governador Sérgio Cabral determinou que a PM chegasse ao teto de 60.484 integrantes.  o Rio passaria a ter os 70 mil policiais “olímpicos” até 2016, ao se levar em conta os efetivos de aproximadamente 10 mil da Polícia Civil. Com um policial para cada 228 habitantes, o Rio de Janeiro passaria a ter um dos maiores contingentes policiais do planeta (São Paulo tem um para cada 303;
Tal saída é tema recorrente na história das polícias: o cacique político manda contratar mais policiais, em curto espaço de tempo, para atender uma demanda política por mais segurança. o que acaba gerando  policiais de baixa qualidade, sempre que há pressa na contratação e formação desses profissionais.
Me preocupa e a algumas pessoas alguns elementos tais como será a formação desses  20 mil novos policiais, nesse curtíssimo tempo de cinco anos? Isso vai significar concursos abertos, com pelo menos o recrutamento de 200 mil candidatos com o perfil básico adequado (idade, altura, 2º grau completo, isenção de problemas com a lei etc); o último concurso teve quase 50.000 inscritos, destes somente 1200 chegaram a se formar.
Uma formação correta para tal contingente significaria comprimir em cinco anos cerca de 6,5 milhões de horas de aula, além de 10 milhões de projéteis para treinamento de tiro. Será que  Estado do Rio de Janeiro tem condições e interesse  de fazer tudo isso com a qualidade mínima requerida? Com a lógica de proteger o cidadão, inclusive o que mora em comunidades carentes?
Muito provavelmente será comprometida a qualidade,indo para as ruas policiais que darão de trabalho de maus serviços a problemas éticos e criminais graves. Tais fatos se darão na PM do Rio, não como possibilidade, mas com certeza absoluta. Vide os exemplos listados acima, com os atuais membros da cooporação.
A possibilidade de o senhor Sérgio Cabral criar mais e mais casos de meninos Juans covardemente mortos, sem serem punidos os autores desses crimes é assustadora.

Programa de Pós - graduação em Letras da UERJ abrem inscrições



O Instituto de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) faz saber aos interessados que, no período de 29 de agosto a 30 de setembro estarão abertas as inscrições para a seleção dos candidatos ao Programa de Pós - graduação em Letras - Mestrado e Doutorado - para turmas com início no 1º semestre de 2012.


Seminário Internacional de 120 anos do nascimento de Antônio Gramsci



Seminário Internacional de 120 anos do nascimento de Antônio Gramsci


Nos dias 23 e 24 de agosto, o Programa de Pós-Graduação em História (PPGH/UNIRIO) e o grupo de discussão “Gramsci e a Modernidade” promovem o “Seminário Internacional de 120 anos do nascimento de Antônio Gramsci”. A Conferência de Abertura será ministrada pelo Prof. Dr. Carlos Nelson Coutinho da Universidade do Rio de Janeiro (UFRJ), às 10h30 do dia 23 de agosto. Professor da Università della Calabria (Itália), Guido Liguori abre a primeira mesa de discussão do dia 24 de agosto sobre o tema “Teoria e História”, a partir das 9h. Todas as atividades serão realizadas no Auditório Paulo Freire, no Centro de Ciências Humanas e Sociais da Universidade (CCH – Av. Pasteur, 458, Urca). 

Dividido nos eixos temáticos “Gramsci e a História” e “Gramsci e o século XXI”, o Seminário vai reunir especialistas no pensamento do filósofo Antonio Gramsci para discussão aberta, plural e democrática. A formação do pensamento gramsciano será tema do primeiro eixo, que aborda a visão do filósofo em relação à modernidade européia bem como seu engajamento na militância revolucionária da época. A proposta do segundo eixo é explorar, a partir da problemática político-teórica gramsciana, as possibilidades e os caminhos para uma globalização democrática, sustentável e libertadora.

As inscrições para ouvintes são gratuitas e poderão ser feitas no dia do evento. No entanto, aqueles que desejaram certificado de participação, devem efetuar o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$20, através de depósito bancário na Agência 3086-4, Conta poupança: 18.815-8, variação 01, no Banco do Brasil, em favor de Carla Silva do Nascimento. Neste caso, é preciso enviar o comprovante de pagamento da taxa, bem como o nome completo do participante e instituição a que pertence para o email contato@gramscieamodernidade.org. Outras informação no site do grupo Gramsci e a Modernidade, em http://www.gramscieamodernidade.org/. 



DIA 23 DE AGOSTO (TERÇA-FEIRA)

10h às 10h30 – Abertura

10h30 às 11h30 – Conferência de Abertura
Carlos Nelson Coutinho (UFRJ)

14h às 17h – Mesa 2: Teoria e Política
Fabio Frosini (Università di Urbino – Itália)
Giovanni Semeraro (UFF)
Ana Garcia (PUC-Rio)
Lea Durante (Università di Bari – Itália)



DIA 24 DE AGOSTO (QUARTA-FEIRA)

9h às12h – Mesa 3: Teoria e História
Guido Liguori (Università della Calabria – Itália)
Ricardo Salles (UNIRIO)
Pedro Marinho (MAST)
Alvaro Bianchi (UNICAMP)

14h às 17h – Mesa 4: “Caminhos do Futuro: Globalização e Transformação Social”
Leonardo Ramos (PUC-Minas)
Cunca Bocayuva (PUC-Rio)
Adam David Morton (Universty of Nottinghan – Inglaterra)
Massimo Sciarretta (UNIRIO)

17h30 às 18h30 – Conferência Final
Alberto Burgio (Università di Bologna – Itália)

Local: Auditório Paulo Freire do Centro de Ciências Humanas e Sociais da UNIRIO: Av. Pasteur, 458, Urca.